2004/10/29

Calamidade Pública I – Chuva tocada a vento

Já toda a gente sentiu na pele as amarguras de uma bela chuvada e desejou possuir um sistema que lhe permitisse desligar a chuva e voltá-la a ligar quando fosse mais conveniente.
No entanto, a ideia de “chover a pedido” parece-me utópica porque, parecendo que não, ainda ficava caro (cada habitante com o seu aparelhómetro… e isto das coisas modernas é tudo um balúrdio!) e certamente seria uma confusão! (um indivíduo pedir chuva e o vizinho dizer que não, porque não lhe dava jeito e tal…).
O processo actual de chover não é perfeito mas tudo bem!

Todos nós reconhecemos a importância vital da chuva, para as hortaliças e tal… Precisa-se de chuva, que chova!
Mas que ideia doentia é esta da chuva vir acompanhada de vento (a chamada chuva tocada a vento). Qual é a utilidade do vento? Que mais-valia acrescenta à chuva-simples (chamemos-lhe assim)?
Trata-se, à primeira vista, de um erro de concepção. No entanto, julgo que isto foi feito de propósito, como resposta à invenção ridícula do guarda-chuva que, no que toca à sua utilização com chuva tocada a vento, o seu desempenho é praticamente nulo. (cf. Post “Guarda-chuva” de 2004/10/21)

«Ai inventaste o guarda-chuva? Então toma aí chuva tocada a vento para não te armares em esperto…»

PS: O Boda chamou-me agora a atenção e com razão: mas que nome ridículo é este?! Chuva tocada a vento… Nem o nome se aproveita… Isto está tudo mal!